Fabricantes de transformadores da América Latina

Fabricantes de transformadores en América Latina

Latin America Transformer Manufacturers

Fabricantes de transformadores da América Latina (Portuguese) 

Monitores de impacto limitam os riscos para os fabricantes de transformadores

Mover um transformador de sua unidade fabril até seu destino final costuma demorar de 3 a 12 semanas, mas não são incomuns os períodos de transporte de nove meses. Conforme o transformador é transferido de caminhões para trens, para navios cargueiros, e de volta; carregado e descarregado; posicionado e instalado, ele pode sofrer vários impactos. Quanto maior o período em que o transformador estiver em trânsito, maiores são as chances de dano.

Os fabricantes se esforçam bastante para prevenir tais danos durante o manuseio, mas acidentes acontecem. Neste caso, cabe aos fabricantes conhecer a extensão dos danos e tomar as medidas apropriadas. Para conseguirmos fazer isso, precisamos entender o que aconteceu.

Registre impactos significativos

Os monitores de impacto acoplados ao transformador durante o transporte oferecem um registro objetivo dos impactos significativos, do momento em que deixa a unidade fabril até o momento em que é instalado — muitas vezes, do outro lado do mundo. O limite de impacto pode ser estabelecido para registrar apenas os impactos graves o suficiente para, potencialmente, danificar componentes fundamentais. Normalmente, isso significa impactos longitudinais de 3Gs ou mais, e ambos os impactos verticais e transversais de 2Gs ou mais, mas a faixa de medida padrão pode ser estabelecida com 2% de precisão entre 1G e 200Gs. O dano causado por impactos como esses não costuma ser visível e pode se tornar evidente apenas depois que o transformador tiver sido instalado no destino final. O dano é resultado de impactos de baixa frequência (longa duração). Impactos de alta frequência como, por exemplo, a vibração de uma corrente de metal utilizada na amarração do transformador, seria de alta frequência (curta duração), mas não seria um impacto potencialmente danoso. Para prevenir resultados positivos falsos, o ShockLog 298 pode ser configurado para ignorar as altas frequências.

A capacidade de inspecionar os transformadores que podem ter sido danificados durante o carregamento, descarregamento e instalação é um benefício imenso para os fabricantes, mas os registradores de impacto têm informações adicionais que podem otimizar o processo de pedidos de indenização. Coordenadas geográficas e marcação de data e hora, junto com direção, amplitude e duração do impacto, ajuda os investigadores a determinar exatamente o que ocorreu. Por exemplo, se o transformador foi derrubado por um guindaste ou sofreu um impacto enquanto estava no trem. Obter as informações de data e hora e (opcionalmente) as coordenadas de GPS, pode conectar o incidente com um local e, às vezes, até mesmo a uma equipe específica. Dessa forma, os fabricantes podem tomar medidas (como treinamento de equipe ou análise dos processos) para prevenir tais acidentes no futuro. Da mesma maneira, quando um transporte transcorre sem problemas, os monitores oferecem evidência objetiva de modo que apoiam as declarações de qualidade.

Diminuindo os aspectos problemáticos

Os fabricantes de transformadores enfrentam cinco aspectos problemáticos em comum:

  1. Conformidade
  2. Segurança
  3. Educação sobre o produto
  4. Calibração
  5. Logística reversa

Conformidade

Os usuários finais dos transformadores costumam especificar o monitoramento de transporte com um gravador de impacto em três eixos e envio de relatório de viagem. A não conformidade pode resultar em penalidades contratuais.

Os fabricantes também devem estar em conformidade com os padrões do setor e diretrizes para transporte e instalação, incluindo IEEE C57.150-2012 (guia IEEE para transporte de transformadores e reatores com 10.000 kVA ou mais) e IEEE C57.93-2007 (guia IEEE para instalação e manutenção de transformadores de energia submersos em líquido). Os grandes fabricantes de transformadores, como ABB, Siemens, GE, WEG e Toshiba, também possuem práticas internas rígidas de garantia da qualidade, seguindo a referência dos padrões IEEE.

Em caso de mau funcionamento do transformador durante a partida e início de operação, os gravadores de impacto fornecem dados objetivos que mostram como o transformador foi manuseado. Esta informação ajuda os engenheiros a encontrar a raiz do problema e, potencialmente, identificar procedimentos para prevenir os mesmos acontecimentos no futuro.

Segurança

A saúde e segurança do transformador dependem da segurança e cuidado no manuseio durante o transporte, carregamento e descarregamento. Impactos repentinos podem danificar componentes críticos de maneiras que não são visualmente evidentes, mas os impactos não podem ser avaliados sem um gravador de impacto. Porque eles registram impactos acima dos limites definidos pelos engenheiros do fabricante do transformador, para saber quais transformadores precisam de diagnósticos e testes complementares, potencialmente caros, e quais podem ser instalados e comissionados imediatamente. Portanto, eles alocam tempo e recursos onde mais necessários.

Educação sobre o produto

Os registradores de impacto têm uma reputação de serem difíceis de usar, mas isso realmente depende do registrador. Normalmente, os transformadores são recebidos e instalados no local por técnicos de campo e subcontratados que não têm treinamento sobre como usar o registrador e analisar seus dados. Outras vezes, os técnicos de campo têm dificuldade em encontrar os arquivos certos ou fazer o download e enviá-los para a equipe de engenharia do fabricante, para avaliação. Por consequência, as equipes podem não ter certeza sobre como analisar os relatórios de campo. Por exemplo, como a duração e a amplitude do impacto afetam o transformador?

Os relatórios gerados automaticamente pelo ShockLog acabam com o trabalho de adivinhação. Os usuários do ShockLog 298 podem solicitar que os técnicos ao fim do trajeto baixem os dados e os enviem por e-mail ao fabricante, ou os engenheiros de projeto podem utilizar as soluções conectadas do ShockLog 298 — ShockLog Cellular ou ShockLog Satellite, para visualizar os problemas em tempo real.

Calibração

Os fabricantes de transformadores precisam renovar seus certificados de calibração do ShockLog a cada 12 meses (ou após quedas) para garantir que os dados de impacto sejam precisos e para manter a conformidade com seus próprios sistemas de garantia de qualidade.  A SpotSee tem vários laboratórios de calibração em todo o mundo para facilitar a recalibração para os clientes da América Latina.

Logística reversa

Depois que um monitor de impacto é enviado com o transformador, não há garantia de que o dispositivo será devolvido ou de que, se devolvido, estará em boas condições. Pequenos fabricantes relatam que 30% dos seus requistradores não são devolvidos. Fabricantes maiores relatam perdas de 75% dos registradores. Para combater isso, alguns fabricantes de transformadores incluem o custo do monitor de impacto no custo do transformador.

A vantagem do ShockLog 298

Ao contrário de muitos monitores de impacto, o ShockLog 298 da SpotSee gera relatórios de missão automáticos e fáceis de usar. Os usuários podem examinar eventos, slots de tempo e resumos individuais para analisar eventos de impacto específicos. Os valores de pico dos impactos que excedem o limite são mostrados em um gráfico de fácil leitura com a data, hora, direção, amplitude e duração de múltiplos impactos para os eixos X, Y e Z. Esses dados, além de uma curva de impacto detalhada, eliminam as conjecturas das análises.

O ShockLog 298 registra até 870 eventos e 262.000 slots de tempo para garantir que todos os eventos de limite sejam registrados, apesar dos longos tempos de missão. E, com até 18 meses de duração da bateria, não há necessidade de recarregar ou substituir as baterias no meio do trânsito.

O ShockLog 298 é classificado como IP-67. Isso significa que é à prova de poeira e pode suportar submersão de até 1 metro de água por pelo menos 30 minutos. Ele foi projetado para os ambientes hostis tão comuns aos transformadores.

Como usar o ShockLog 298 em 7 passos fáceis

Utilizar o ShockLog 298 é bem direto. Configure seu dispositivo. Coloque-o no transformador. Ligue o dispositivo. Baixe os dados. Analise os resultados e guarde o dispositivo até que seja necessário novamente. Dependendo do tamanho e peso do transformador, alguns fabricantes instalam dois registradores em locais diferentes. Independentemente de um ou dois gravadores serem usados, o processo é o mesmo:

  1. Configure o monitor de impacto: O software do ShockLog 298 é intuitivo, então um engenheiro de projeto pode facilmente configurá-lo corretamente e enviar por e-mail ou gravá-lo em uma memória USB para a equipe de logística.
  2. Coloque o monitor no transformador: Um especialista em logística geralmente coloca o monitor de impacto em uma caixa de aço para proteção e a prende ao transformador.
  3. Baixe a configuração e ligue o dispositivo. Pressione o iButton® no mostrador do monitor de impacto para ligá-lo. Faça isso antes da locomoção para aumentar a transparência e garantir que os impactos sejam registrados durante toda a missão.
  4. Pare de gravar quando o transformador estiver na sua posição final. Pressione o iButton® para parar de gravar os dados.
  5. Baixe os dados. Um engenheiro de campo ou de serviço baixará os dados da missão do registrador usando um cabo USB e o software ShockLog. Envie os arquivos por e-mail para o engenheiro do projeto para análise ou o iButton pode recolher o relatório da missão.
  6. Analise os relatórios. Ao usar o software ShockLog, o engenheiro do projeto analisará os relatórios de impacto para determinar se o transformador passou por qualquer evento acima do limite e enviará um relatório final ao cliente.
  7. Retorne o monitor ou guarde-o para uso futuro. O cliente devolve o monitor de impacto ao fabricante do transformador ou às instalações de logística do cliente para reconfiguração e reutilização. Caso se passe mais de 12 meses entre o início de cada missão, retorne o monitor à SpotSee para recalibrá-lo.

O monitoramento de impacto economiza tempo e dinheiro

Os monitores de impacto economizam tempo e dinheiro dos fabricantes de transformadores determinando quais transformadores precisam de diagnósticos e testes de campo potencialmente caros e quais não precisam. Caso não seja registrado nenhum evento de impacto inaceitável, os engenheiros de campo podem prosseguir com a instalação ou voltar a atenção para outros transformadores que possam ter sofrido danos. Com o serviço em campo custando aproximadamente US$ 150 por hora e, muitas vezes, levando 48 horas para ser concluído, o monitoramento do impacto pode economizar recursos significativos.

Um monitor de impacto economiza mais do que apenas o tempo de teste. A escolha do INCOTERMS determina a responsabilidade entre o fabricante, a transportadora e o cliente. Portanto, o custo de diagnosticar e reparar os danos pode não ser de responsabilidade do fabricante. Um monitor de impacto pode provar onde ocorreram os impactos que causaram danos.

Da mesma forma, a evidência objetiva fornecida por um monitor de impacto pode ser usada em pedidos de indenização para comprovar a responsabilidade. Se o transporte e a instalação final estiverem incluídos no escopo de trabalho do fabricante do transformador e ocorrerem danos, a presença de dados de impacto objetivos poderá mostrar que o dano não é causado pela falta de atenção do fabricante, mas por outros fatores e outras partes envolvidas no processo.

Por fim, saber que um evento de impacto ocorreu antes do transformador ser instalado, (às vezes, até em trânsito) permite que o transformador seja verificado e consertado antes da instalação e comissionamento. Isso pode evitar uma falha catastrófica que pode custar milhões de dólares, atrasar projetos e colocar vidas humanas e o meio ambiente em risco.

O ShockLog 298 foi testado em campo e utilizado por alguns dos maiores e mais confiáveis fabricantes de transformadores do mundo, incluindo ABB, GE, Hitachi, Siemens, Schneider, WEG e Toshiba.  Para ver como o ShockLog 298 pode proteger seus transformadores durante o transporte, entre em contato com o SpotSee.

 

Saiba como adicionar monitoração remota aos seus projetos www.spotsee.io/impact.

 

Fabricantes de transformadores en América Latina (Spanish)

Los monitores de impacto reducen los riesgos para los fabricantes de transformadores

Por lo general toma de 3 a 12 semanas trasladar un transformador desde la planta de manufactura hasta su destino final, pero no es insólito que el transporte tarde 9 meses. Al trasladar un transformador de camiones a vagones de ferrocarril, a barcazas en el océano y a la inversa, cargarlo, descargarlo, acomodarlo e instalarlo, puede sufrir múltiples impactos. Mientras más tiempo dura el traslado de un transformador, es mayor el riesgo de que se dañe.

Los fabricantes hacen grandes esfuerzos para evitar el daño durante la manipulación, pero a veces suceden accidentes. Cuando los hay, corresponde a los fabricantes enterarse del alcance de los daños y tomar las medidas correspondientes. Para ello, es necesario que comprendan lo que sucedió.

Registre impactos importantes

Los monitores de impacto que se colocan en un transformador durante su envío ofrecen un registro objetivo de impactos considerables desde el momento que sale de la planta de manufactura hasta el momento de su instalación, en ocasiones a medio mundo de distancia. Se puede establecer el umbral del impacto para que solamente registre impactos que sean lo suficientemente graves para poder dañar componentes fundamentales. Por lo general, eso significa impactos longitudinales de 3G o más, e impactos verticales y transversales de 2G o más, pero el rango de medida disponible se puede establecer con 2 % de precisión entre 1G y 200G. Los daños que causan los impactos de este tipo a menudo no son visibles y podrían no ser evidentes hasta después de la instalación del transformador en su destino final. El daño es resultado de impactos de baja frecuencia (larga duración). Impactos de alta frecuencia, por ejemplo de una cadena de metal utilizada para sujetar el transformador que podría golpear la caja y el anillo del transformador. Este impacto sería de alta frecuencia (corta duración) pero no sería un impacto dañino. Para evitar falsos positivos, se puede configurar el ShockLog 298 para que ignore las altas frecuencias.

La capacidad para inspeccionar transformadores que podrían haber resultado dañados durante la carga, la descarga y la instalación es de gran beneficio para los fabricantes, pero las grabadoras de impacto tienen información adicional que puede agilizar el proceso de reclamaciones de seguros. Un sello de tiempo y coordenadas geográficas, junto con la dirección, la amplitud y la duración del impacto, ayudan a los investigadores a determinar qué sucedió exactamente, por ejemplo, si se dejó caer el transformador de una grúa o recibió un impacto a bordo de un vagón de ferrocarril. Conocer la hora, o las coordenadas del GPS (opcional), puede señalar el lugar de un incidente y en ocasiones incluso a personal específico, para que los fabricantes puedan tomar medidas (como por ejemplo volver a capacitar al personal o reconsiderar los procedimientos) para prevenir esos accidentes en el futuro. Del mismo modo, cuando no hay incidentes en los traslados, los monitores ofrecen pruebas objetivas para respaldar pretensiones de calidad.

Reduzca los puntos críticos

Los fabricantes de transformadores enfrentan cinco puntos críticos comunes:

  1. Cumplimiento
  2. Seguridad
  3. Información sobre el producto
  4. Calibración
  5. Logística inversa

Cumplimiento

Los clientes de transformadores con frecuencia especifican monitoreo de transporte con una grabadora de impacto triaxial y presentación de un informe del trayecto. El incumplimiento puede dar lugar a sanciones contractuales.

Los fabricantes también deben cumplir con normas y pautas de la industria para el transporte y la instalación, incluidas la IEEE C57.150-2012 (la Guía IEEE para el transporte de transformadores y reactores de 10 000 kVA o más nominales) y la IEEE C57.93-2007 (la Guía IEEE para instalación y mantenimiento de transformadores de energía sumergidos en líquido). Los fabricantes de transformadores de calidad mundial como ABB, Siemens, GE, WEG y Toshiba también tienen estrictas prácticas internas de aseguramiento de la calidad que se remiten a las normas de la IEEE.

Si un transformador falla durante el arranque y la puesta en marcha, la grabadora de impacto ofrece datos objetivos que muestran cómo se manipuló el transformador. Esa información ayuda a los ingenieros a encontrar la causa raíz del problema y posiblemente a identificar procedimientos para evitar incidentes similares en el futuro.

Seguridad

La fortaleza y la seguridad del transformador dependen de que se manipule con seguridad y cuidado durante el transporte, la carga y la descarga. Los impactos repentinos pueden dañar componentes fundamentales de maneras que no son evidentes a simple vista, pero no se pueden evaluar los impactos sin una grabadora de impacto. Puesto que graban impactos por encima de los umbrales establecidos por los ingenieros del fabricante del transformador, se puede saber cuáles transformadores necesitan diagnósticos y pruebas que toman tiempo y podrían ser onerosos, y cuáles pueden instalarse y ponerse en marcha. Por lo tanto, se asignan tiempo y recursos donde más se necesitan.

Información sobre el producto

Las grabadoras de impacto tienen fama de ser difíciles de usar, pero en realidad eso depende de la grabadora. Por lo general, técnicos de campo y subcontratistas que no tienen capacitación para usar la grabadora y analizar sus registros son quienes reciben los transformadores y los instalan. Otra veces, los técnicos de campo tienen problemas para encontrar los archivos adecuados o para descargarlos y enviarlos al equipo de ingeniería del fabricante para su evaluación. Además, es posible que los equipos no estén seguros de cómo analizar los informes de campo. Por ejemplo, ¿de qué manera afectan al transformador la duración y la amplitud de los impactos?

Los informes generados automáticamente por SpotSee eliminan las especulaciones. Los usuarios de ShockLog 298 pueden pedir a los técnicos que lo reciben que descarguen los datos y los envíen por correo electrónico al fabricante, o bien, los ingenieros del proyecto pueden utilizar las soluciones conectadas del ShocklLog 298: ShockLog Cellular o ShockLog Satellite, para que les reporte sobre problemas de forma automática.

Calibración

Los fabricantes de transformadores tienen que renovar sus certificados de calibración de ShockLog cada 12 meses (o después de que sufre daños) para garantizar que los datos de impacto sean precisos y cumplir con sus propios sistemas de aseguramiento de la calidad.  SpotSee tiene varios laboratorios de calibración alrededor del mundo para facilitarles la recalibración a los clientes de América Latina.

Logística inversa

Cuando se envía un monitor de impacto con un transformador, no hay garantía de que devuelvan el dispositivo o, si lo devuelven, que llegará en buen estado. Los pequeños fabricantes reportan que no devuelven 30 % de sus grabadoras. Los fabricantes más grandes reportan pérdidas del 75 % de las grabadoras. Para contrarrestar esto, algunos fabricantes de transformadores incluyen el costo del monitor de impacto en el costo del transformador.

La ventaja de ShockLog 298

A diferencia de muchos monitores de impacto, ShockLog 298 de SpotSee genera informes de misión automáticos y fáciles de usar. Los usuarios pueden examinar eventos individuales, franjas de tiempo y resúmenes para analizar eventos de impacto específicos. Los valores máximos de impactos que superan el umbral se muestran en una gráfica fácil de leer con la fecha, la hora, la dirección, la amplitud y la duración de mpultiples impactos para los ejes C, Y y Z. Estos datos, junto con una curva de impacto detallada, eliminan las especulaciones del análisis.

ShockLog 298 registra hasta 870 eventos y 262,000 franjas de tiempo para asegurar que se registren todos los eventos superiores al umbral, a pesar de tiempos de misión prolongados. Además, con duración de la batería de hasta 18 meses, no hay necesidad de recargar o de cambiar las baterías a mitad del traslado.

El ShockLog 298 tiene clasificación IP-67. Lo que significa que es hermético al polvo y puede soportar la inmersión en agua hasta a 1 metro de profundidad por lo menos durante 30 minutos. Está diseñado para los entornos severos que son comunes de los transformadores.

Cómo usar ShockLog 298 en 7 pasos sencillos

Es bastante fácil usar el ShockLog 298. Configúrelo. Colóquelo en el transformador. Enciéndalo Descargue la información. Analice los resultados. Guarde la unidad hasta que se necesite de nuevo. Según el tamaño y el peso del transformador, algunos fabricantes instalan dos grabadoras en distintos lugares. Independientemente de que se usen uno o dos, el proceso es el mismo.

  1. Configure el monitor de impacto: El software de ShockLog 298 es intuitivo, así que un ingeniero de proyecto puede configurarlo de manera correcta con facilidad y enviar la configuración por correo electrónica o guardarla en una unidad USB para el equipo de logística.
  2. Coloque el monitor en el transformador: Un especialista en logística por lo general coloca el monitor de impacto en una caja de acero para protegerlo y lo fija con pernos al transformador.
  3. Descargue la configuración y encienda el dispositivo. Presione el iButton® al frente del monitor de impacto para encenderlo. Hacerlo antes de que se mueva aumenta la transparencia y garantiza que se registren los impactos durante toda la misión.
  4. Deje de grabar cuando el transformador esté en su posición final. Presione el iButton® para dejar de registrar datos.
  5. Descargue la información. Un ingeniero de campo o de servicio descargará los datos de la misión del dispositivo con un cable USB y software ShockLog. Envíe los archivos al ingeniero de proyecto para que los analice o un iButton puede recopilar el informe de la misión.
  6. Analice los informes. El ingeniero del proyecto analizará los informes de impactos con el software de ShockLog para determinar si el transformador sufrió eventos por encima del umbral y presentará un informe final al cliente.
  7. Devuelva el monitor o guárdelo para usarlo en el futuro. El cliente devuelve el monitor de impacto al fabricante del transformador o al área de logística del cliente para reconfigurarlo y usarlo de nuevo. Si transcurren más de 12 meses entre el inicio de cada misión, devuelva el monitor a SpotSee para que lo recalibren.

El monitoreo de impactos ahorra tiempo y dinero

Los monitores de impacto ahorran tiempo y dinero a los fabricantes de transformadores al determinar cuáles transformadores podrían necesitar costosos diagnósticos y pruebas de campo y cuáles no. Si no se registraron eventos de impacto inaceptables, los ingenieros de campo pueden proceder con la instalación o concentrar su atención en otros transformadores que podrían haber sufrido daños. Con costos de servicio en el campo de aproximadamente $150 USD por hora y que por lo regular tardan 48 horas, el monitoreo de impactos puede ahorrar sumas considerables.

Un monitor de impacto ahorra más que tiempo de pruebas simplemente. La elección de INCOterms determina la responsabilidad entre el fabricante, el transportista y el cliente. Por lo tanto, el costo de diagnosticar y reparar daños podría no ser responsabilidad del fabricante. Un monitor de impacto puede probar dónde sucedieron impactos causantes de daños.

Así mismo, las pruebas objetivas que aporta un monitor de impacto se pueden utilizar en reclamaciones de seguros para probar la responsabilidad. Si el alcance del trabajo del fabricante incluye el transporte y la instalación definitiva, y suceden daños, la presencia de datos de impacto objetivos puede demostrar que el daño no fue causado por la falta de atención del fabricante sino por otros factores u otras personas.

Por último, saber que un evento de impacto sucedió antes de la instalación del transformador, a veces incluso durante su traslado, permite que se examine y repare el transformador antes de su instalación y puesta en marcha. Esto puede evitar una falla catastrófica que podría costar millones de dólares y poner en riesgo vidas humanas y el medio ambiente.

El ShockLog 298 está probado en el campo y es utilizado por algunos de los fabricantes de transformadores más confiables del mundo, entre ellos ABB, GE, Hitachi, Siemens, Schneider, WEG y Toshiba.  Comuníquese con SpotSee para saber cómo ShockLog 298 puede proteger sus transformadores durante el envío.

Si desea obtener más información sobre ShockLog 298, visite www.spotsee.io/impact.

 

Latin America Transformer Manufacturers (English)

Impact Monitors Limit Risks for Transformer Manufacturers

Moving a transformer from its manufacturing facility to its final destination usually takes 3 to 12 weeks, but transit times of 9 months aren’t unusual. As a transformer moves from trucks to rail cars, to ocean barges, and back, loaded and unloaded, positioned, and installed, it may experience multiple impacts. The longer a transformer is in transit, the greater its risk of damage.

Manufacturers go to great lengths to prevent damage during handling, but accidents occasionally happen. When they do, it’s up to manufacturers to learn the extent of damage and to take the appropriate steps. To do this, they need to understand what happened.

 

Record Impacts that Matter

Impact monitors placed on a transformer during shipment provide an objective record of substantive impacts from the time it leaves the manufacturing facility to the time it is installed, sometimes half a world away. The impact threshold can be set to only record impacts that are severe enough to potentially damage critical components. Typically, that means longitudinal impacts of 3Gs or more, and both vertical and transverse impacts of 2Gs or more, but the available measurement range can be set with 2% accuracy between 1G and 200Gs. Damage caused by impacts such as these often isn’t visible and may not be evident until after the transformer is installed at its final destination. Damage is a result of low frequency (long duration) impacts. High frequency impacts, for example a metal chain used to secure the transformer may hit the metal transformer housing and ring. This impact would be high frequency (short duration) but would not be a damaging impact. To prevent false positives, the ShockLog 298 can be configured to ignore high frequencies.

The ability to inspect transformers that may have been damaged during loading, unloading, and installation is a major benefit to manufacturers, but impact loggers have additional information that can streamline the insurance claims process. A time stamp and geographic coordinates, along with the direction, amplitude, and duration of impact, helps investigators determine exactly what happened – whether, for example, the transformer was dropped by a crane or impacted while on a rail car. Knowing the time and (optional) GPS coordinates can pin the incident to a location and sometimes even to specific personnel, so manufacturers can take steps (like retraining staff or rethinking procedures) to prevent such accidents in the future. Likewise, when transits are uneventful, monitors provide objective evidence that to supports claims of quality.

Ease the Pain Points

Transformers manufacturers face five common pain points:

  1. Compliance
  2. Safety
  3. Product Education
  4. Calibration
  5. Reverse Logistics

Compliance

Transformer customers often specify transport monitoring with a triaxial impact recorder and submission of a journey report. Non-compliance can result in contractual penalties.

Manufacturers also must comply with industry standards and guidelines for transportation and installation, including IEEE C57.150-2012 (the IEEE Guide for the Transportation of Transformers and Reactors Rated 10 000 kVA or Higher) and IEEE C57.93-2007(the IEEE Guide for Installation and Maintenance of Liquid-Immersed Power Transformers). World-class transformer manufacturers like ABB, Siemens, GE, WEG, and Toshiba, also have strict internal quality assurance practices referencing IEEE standards.

If a transformer malfunctions during startup and commissioning, impact recorders provide objective data showing how the transformer was handled. That information helps engineers find the root cause of the problem and potentially identify procedures to prevent similar incidents in the future.

Safety

The health and safety of the transformer depends on the safe and careful handling during transport, loading, and unloading. Sudden impacts can damage critical components in ways that aren’t visually evident, but impacts can’t be evaluated without an impact recorder. Because they record impacts above the thresholds set by the transformer manufacturer’s engineers, to know which transformers need time-consuming, potentially costly, diagnostics and tests, and which can be installed and commissioned. Therefore, they allocate time and resources where most needed.

Product Education

Impact recorders have a reputation as being difficult to use, but that really depends on the recorder. Transformers typically are received and installed onsite by field technicians and subcontractors who have no training for how to use the recorder and analyze its records. Other times, field technicians have a difficult time finding the right files or downloading and sending them to the manufacturer’s engineering team for evaluation. Then, the teams may be unsure how to analyze the field reports. For example, how do impact duration and amplitude affect the transformer?

SpotSee’s automatically-generated reports remove the guess work. ShockLog 298 users can ask technicians on the receiving end to download the data and email them to the manufacturer, or project engineers can utilize the ShockLog 298 connected solutions – ShockLog Cellular or ShockLog Satellite, to report issues to them automatically.

Calibration

Transformer manufacturers need to renew their ShockLog calibration certificates every 12 months (or after damage) to guarantee the impact data is accurate and to comply with their own quality assurance systems.  SpotSee has various calibration labs around the world, to make recalibration easier for Latin American customers.

Reverse Logistics

Once an impact monitor is shipped with a transformer, there’s no guarantee

the device will be returned or, when it is returned, whether it will be in good condition. Small manufacturers report that 30% of their recorders are not returned. Larger manufacturers report losses of 75% of recorders. To counter this, some transformer manufacturers include the cost of the impact monitor in the cost of the transformer.

The ShockLog 298 Advantage

Unlike many impact monitors, SpotSee’s ShockLog 298 generates automatic, user-friendly, mission reports. Users can examine individual events, slots, and summaries to analyze specific impact events. Peak values of threshold-exceeding impacts are shown in an easy-to-read chart with the date, time, direction, amplitude, and duration of multiple impacts for the X, Y, and Z axes. This data, plus a detailed impact curve, removes the guesswork from analyses.

ShockLog 298 records up to 870 events and 262,000-time slots to ensure that all threshold events are recorded, despite long mission times. And, with up to 18 months of battery life, there’s no need to recharge or replace batteries mid-transit.

The ShockLog 298 is IP-67 rated. Which means it is dust tight and can withstand submersion in up to 1 meter of water for at least 30 minutes. It is designed for the harsh environments common to transformers.

How to Use the ShockLog 298 in 7 Easy Steps

Using the ShockLog 298 is straightforward. Set it up. Put it on the transformer. Turn it on. Download the data. Analyze the results. Store the unit until it’s needed again. Depending on the size and weight of the transformer, some manufacturers install two recorders in different locations. Regardless whether one or two recorders are used, the process is the same:

  1. Configure the impact monitor: ShockLog 298’s software is intuitive, so a project engineer can easily set up the right configuration and either email it or put it on a USP stick for the logistic team.
  2. Put the monitor on the transformer: A logistics specialist usually puts the impact monitor into a steel box for protection and bolts it onto the transformer.
  3. Download the configuration and turn on the device. Press the iButton® on the face of the impact monitor to turn it on. Doing this before it’s moved enhances transparency and ensures that impacts are recorded throughout the entire mission.
  4. Stop recording once the transformer is in its final position. Press the iButton® to stop recording data.
  5. Download the data. A field or service engineer will download the mission data from the logger using a USB cable and ShockLog software. Email the files to the project engineer for analysis or, an iButton can gather the mission report.
  6. Analyze the reports. Using ShockLog software, the project engineer will analyze the impact reports to determine whether the transformer experienced any above threshold events and will submit a final report to the customer.
  7. Return the monitor or store it for future use. The customer returns the impact monitor to the transformer’s manufacturer or to the customer’s logistics site for reconfiguration and reuse. If more than 12 months pass between the start of each mission, return the monitor to SpotSee for recalibration.

Impact Monitoring Saves Money and Time

Impact monitors save transformer manufacturers time and money by determining which transformers need potentially costly field diagnostics and testing and which don’t. If no unacceptable impact events were recorded, field engineers can proceed with installation or focus their attention on other transformers that may have experienced damage. With in-field service costing approximately US $150 per hour and often taking 48 hours to complete, impact monitoring can save significant monies.

An impact monitor saves more than just testing time. The choice of INCOterms determines liability among the manufacturer, carrier, and customer. Therefore, the cost of diagnosing and repairing damage may not be the manufacturer’s responsibility. An impact monitor can prove where damage-causing impacts occurred.

Likewise, the objective evidence provided by an impact monitor can be used in insurance claims to prove liability. If the transportation and final installation is included in the transformer manufacturer’s scope of work, and damage occurs, the presence of objective impact data may show the damage is not caused by the manufacturer’s inattention but by other factors and other parties.

Finally, knowing that an impact event occurred before the transformer is installed – sometimes even in transit – allows the transformer to be examined and repaired before installation and commissioning. This can prevent a catastrophic failure that may cost millions of dollars, delay projects, and endanger human lives and the environment.

ShockLog 298 is field-proven, and used by some of the world’s largest, most dependable transformer manufacturers, including ABB, GE, Hitachi, Siemens, Schneider, WEG, and Toshiba.  To see how ShockLog 298 can protect your transformers during shipping, contact SpotSee.

Learn more about SpotSee and ShockLog at www.spotsee.io/impact.